Dermatite Atópica – O que é, sintomas e tratamentos

O PORTADOR E A FAMÍLIA DEVEM CONHECER TODOS OS ASPECTOS DA DOENÇA.

A dermatite atópica afeta cerca de 20% das crianças e é mais comum em pessoas com histórico de alergias na família. E como incomoda! Os principais sintomas são o prurido, uma erupção na pele que afeta mais as dobras dos braços e joelhos, além de outros locais e a pele mais ressequida. Pode ou não estar acompanhada de asma e rinite alérgica. Todos, médicos, pacientes e familiares, devemos ler muito sobre a doença.

Incidência

Calcula-se que cerca de 20 a 30% da população mundial tenha um quadro mais ou menos severo de dermatite atópica, rinite alérgica ou asma brônquica.Tudo leva a crer que esses números estejam aumentando.

A dermatite atópica tem cura?

É uma doença considerada crônica, ou seja, conseguimos o seu controle, porém ainda não existe uma cura conhecida.
Um bom número dos casos apresenta regressão espontânea no início da puberdade. Tem como característica apresentar diferentes graus de gravidade e no aparecimento do quadro. Enquanto algumas pessoas têm praticamente durante o ano todo, outras têm surtos bem esporádicos.

A aliança entre médico, paciente e familiares é, como nunca, fundamental.

Remover ou substituir os produtos químicos utilizados para lavar as roupas, a intensa hidratação da pele, o tipo de dieta são fatores fundamentais para o sucesso no controle das lesões.

Tratamento

Além de todos os cuidados já descritos, novos produtos surgiram para auxiliar o controle dos surtos da doença.
Cremes, hidratantes e medicações via oral fazem agora parte do novo arsenal para reduzir os sinais e sintomas dessa doença que tanto incômodo causa!

O tratamento inclui orientações sobre os banhos, o discreto uso de sabonetes adequados, o cuidado com amaciantes e sabões em pó nas roupas, que devem de preferência serem de algodão. O médico deve esclarecer todos os aspectos da doença.

Quanto ao tratamento médico, podem ser usados cremes e pomadas adequadas, antialérgicos orais, hidratantes específicos e, por vezes, medicações potentes! Mais do que nunca, evite a automedicação.